Olá, bruxinhos e bruxinhas! Mais um capítulo para vocês. Demorou porque tive alguns problemas e fiquei desanimada. Mas saiu.
Capítulo 2
A família
Greengrass-Malfoy
Escórpio estava
sentado à mesa do almoço, com seus pais e seus avós, que vieram visitá-los.
Narcisa e Lúcio Malfoy, loiros e austeros, cortavam o faisão, com enfado. César
e Altiva Greengrass eram o oposto. Ele, bonachão, piscou para o neto, sussurrando
para que não se preocupasse. Altiva comia, despreocupada. Todos estavam em
silêncio, pois, mais cedo, havia ocorrido uma discussão entre os adultos. Escórpio
se sentia mal, pois achava que a culpa era dele...
– Ele não vai –
dissera Astoria, taxativa.
– Por quê? – quis
saber Draco.
– Porque
se comportou mal na escola e está de castigo. Sabe muito bem, Draco.
– Por causa da
menina Weasley? – perguntou Lúcio, intrometendo-se na conversa.
– Sim.
O homem bufou,
com desdém.
– Filha – disse
Altiva –, o menino adora quadribol. Deixe ele ir.
– Não!
– Tudo bem –
disse Escórpio, sem graça, entrando na sala. – Eu não quero ir.
Astoria foi até
ele.
– Venha, querido.
Isso é conversa de adulto.
Eles subiram para
o quarto de Escórpio. Astoria sentou-se no recamier. Ela olhou para o filho.
– Querido, eu sei que você ama quadribol e que
seu pai te leva, sempre, às finais da Copa. Mas você fez algo errado, tratou mal
sua colega...
– Eu sei, mãe. Eu
me arrependi do que fiz. Foi errado.
– Ótimo. Você
entende melhor que os adultos...
– Cheguei – disse
Dafne, entrando na sala. Ela sorriu, tirando a capa, revelando um vestido
verde, com desenhos de sóis, demasiado trouxa para o gosto de Altiva. –
Desculpe o atraso. A sra. Greengrass deu um muxoxo de impaciência e reclamou
que ela nunca aparecia, nem nas férias. – Sem exagero, mãe. Estive aqui, semana
passada. Meu sobrinho preferido.
Escórpio se
sentiu melhor por ver a tia, e ela lhe deu um beijo na bochecha, ao sentar a seu
lado.
– Obrigada, Zig.
Pode deixar – disse ela, quando o elfo se adiantou para servi-la. – Que caras
são essas?
– Estão chateados
porque Hyp não vai à Bulgária.(– Não chame ele assim – disse Draco.)
– Ah, pensei que
era por causa da matéria da Skeeter.
– Vou meter-lhe
um processo – disse Draco, entredentes.
– Isso é
brincadeira de adolescente que não tem o que fazer – disse Lúcio, tomando um
gole de vinho.
– Não acho que
isso é brincadeira – disse Dafne, séria.
– Vi sua nota,
querida. Dumbledore ficaria orgulhoso do trabalho que fez com você.
– Isso é um
elogio – disse Dafne, encarando-o. Ele levantou uma sobrancelha.
– E parece que
teremos uma Weasley no Ministério – disse César.
– Weasley por
casamento. Ela é uma nascida-trouxa – falou Lúcio.
– O que não a
desabona em nada – disse Astoria. – Hermione tem sido uma voz potente no
Ministério, há séculos. Não me surpreende ela chegar à Ministra.
– Vai votar nela,
Astoria? – questionou o sogro. A mulher encarou-a.
– Vou.
Draco olhou para
mulher, que sustentou seu olhar. Dafne sorriu.
– Quem a oposição
deve anunciar, Lúcio? – questionou César.
– Tenho ouvido
rumores, mas alguns pretendentes declinaram – os olhos cinzentos dele passaram
pelo filho. – Higgs tem sido cogitado.
– Ele não tem a
menor chance contra a Hermione – riu-se Dafne.
– Draco teria
dado um bom nome – disse o sr. Greengrass e um silêncio recaiu sobre a mesa.
Escórpio olhou para o pai.
– Hum... Nunca
tive pretensões políticas, César.
– E não seria de
bom tom se indispor com os Weasley e Potter – alfinetou Dafne. Os olhos de
Draco faiscaram para ela.
A sra. Greengrass repreendeu-a com o olhar, mas Dafne continuou comendo. Ela olhou para
Escórpio e piscou.
***
Deixe um comentário para eu saber o que acharam! Até a próxima. Nox!

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada por enviar uma coruja!